O Que É o Firewall SASE e Por Que Ele Importa
O Que É o Firewall SASE e Por Que Ele Importa
Após mais de duas décadas liderando a convergência entre redes e segurança, a Fortinet deu um passo além: unificar os pilares de Secure Networking e Unified SASE em uma única arquitetura. Isso significa que firewalls avançados, SD-WAN, SASE, switches e pontos de acesso passam a operar de forma integrada sob um mesmo guarda-chuva.
Segundo Frederico Tostes, country manager da Fortinet Brasil, o crescimento da comunicação entre agentes de IA está aumentando significativamente o tráfego de redes corporativas. Isso exige mais visibilidade, mais controle e, naturalmente, mais segurança — sem sacrificar desempenho.
"Esse posicionamento responde à necessidade de as grandes empresas operarem em ambientes híbridos e precisarem ampliar a segurança sem abrir mão de desempenho, controle ou soberania sobre políticas." — Frederico Tostes, Fortinet Brasil
Na prática, o conceito de Firewall SASE elimina a necessidade de escolher entre a escalabilidade da segurança entregue via nuvem e o controle granular da infraestrutura local.

FortiGate 1200G: A Ponte entre Firewall e SASE
Um dos destaques do evento foi o FortiGate 1200G, uma solução que materializa essa convergência. O equipamento pode operar como FortiSASE Outpost, permitindo que a inspeção de tráfego e a aplicação de políticas de segurança aconteçam dentro do ambiente controlado pelo cliente — e não apenas na nuvem.
Alexandre Bonatti, vice-presidente de Engenharia da Fortinet Brasil, reforçou que o mercado está abandonando a visão de rede e segurança como camadas separadas:
"A infraestrutura que entrega mais performance precisa, cada vez mais, ser a mesma que aplica as políticas de proteção."
Para empresas que lidam com dados sensíveis, regulamentações rigorosas ou que simplesmente precisam de latência mínima, ter a capacidade de aplicar políticas de segurança localmente — com a mesma inteligência de uma solução SASE em nuvem — é um diferencial competitivo real.

Segurança Desde o Dia Zero: A Nuvem Exige Planejamento
Outro ponto central do Summit foi a discussão sobre segurança como habilitadora da jornada para a nuvem. Rafael Venancio, vice-presidente de Cloud da Fortinet para América Latina, trouxe um dado relevante: os projetos de migração para nuvem mais bem-sucedidos são aqueles em que a segurança está presente desde o primeiro dia.
"Os maiores casos de sucesso em empresas no Brasil e na América Latina estão trazendo a segurança incorporada ao planejamento da jornada para a nuvem." — Rafael Venancio, Fortinet
Essa abordagem — conhecida como security-first — contrasta com o modelo tradicional em que a segurança é adicionada como uma camada posterior, muitas vezes gerando gaps, retrabalho e vulnerabilidades.
Para organizações que estão planejando ou acelerando sua migração para a nuvem, a mensagem é clara: segurança não é um complemento; é um pré-requisito arquitetural.
Proteção para Aplicações de IA: O Novo Perímetro
Talvez o tema mais atual do evento tenha sido a proteção de aplicações de inteligência artificial. A Fortinet trabalha em duas frentes complementares nesse campo:
- IA para segurança — utilizando inteligência artificial para ampliar as capacidades de detecção, resposta e automação de segurança.
- Segurança para IA — desenvolvendo mecanismos que protegem aplicações de IA corporativas, incluindo grandes modelos de linguagem (LLMs).
Bonatti revelou que a estratégia inclui recursos para visibilidade do uso de aplicações de IA, distinguindo ferramentas autorizadas das não autorizadas. O objetivo é permitir que empresas adotem IA sem expor dados confidenciais, propriedade intelectual ou informações reguladas.
"A Fortinet trabalha com mecanismos de proteção para aplicações de IA e grandes modelos de linguagem, buscando permitir o uso da tecnologia pelas empresas sem expor dados confidenciais." — Alexandre Bonatti
Em um cenário onde shadow AI (uso não autorizado de ferramentas de IA por colaboradores) é uma preocupação crescente, ter visibilidade e controle sobre essas aplicações deixou de ser opcional.
O Que Isso Significa para a Sua Empresa
A convergência entre redes, segurança, nuvem e IA não é uma tendência distante — está acontecendo agora. As principais lições do Fortinet Cybersecurity Summit 2026 para líderes de TI e segurança são:
- Ambientes híbridos exigem segurança unificada. Soluções fragmentadas criam pontos cegos e aumentam a complexidade operacional.
- A jornada para a nuvem precisa de segurança desde o dia zero. Adicionar proteção depois é mais caro, mais arriscado e menos eficiente.
- IA corporativa precisa de governança e proteção dedicadas. Não basta adotar IA — é preciso garantir que dados sensíveis não sejam expostos no processo.
- Performance e segurança não são mais trade-offs. Arquiteturas convergentes como o Firewall SASE permitem ter ambos.
Como a LLEVON Pode Ajudar
Na LLEVON, ajudamos empresas a navegar exatamente esse cenário de convergência. Nossa expertise em infraestrutura de nuvem, segurança e ambientes híbridos permite que nossos clientes adotem as melhores práticas de mercado — como as apresentadas pela Fortinet — com uma implementação sólida, planejada e alinhada às necessidades reais do negócio.
Se a sua empresa está avaliando como unificar segurança e redes, migrar para a nuvem com segurança ou governar o uso de IA, fale com a LLEVON. Estamos prontos para construir essa jornada com você.
Fonte: CISO Advisor — "Fortinet promove convergência entre redes seguras, IA e nuvem" (26/08/2026)